guia 3

cronograma
de feed

os 31 dias com título, direção de imagem, referência, legenda e roteiro completo de gravação.

bloco fixo de hashtags — vai no fim de toda legenda

#OuroMinas #OuroMinasHotel #30AnosOuroMinas #10957Noites #BeloHorizonte #DolceByWyndham #HotelBH

como usar este cronograma

cada dia tem tudo

título, direção de imagem, referência visual, legenda pronta pra copiar e o roteiro completo de gravação. os carrosséis trazem ainda o texto slide a slide.

o que está entre colchetes

é dado que o hotel ainda precisa confirmar. cada colchete tem um item correspondente no checklist da guia 6.

os roteiros são um ponto de partida

cenário, trilha e decupagem estão definidos. o que a pessoa fala na frente da câmera, não — nas entrevistas, o que vale são as perguntas.

o que muda no dia

se a luz, o clima ou a pessoa mudarem o plano, mude. o roteiro existe pra ninguém chegar sem saber o que filmar, não pra amarrar a gravação.

as quatro diárias de gravação cobrem 21 dias de conteúdo. os roteiros estão agrupados por diária na guia 6 — quem for gravar precisa levar o roteiro dos quatro ou cinco dias daquela diária, não de um dia só.

os números da casa

o hotel ainda não mandou os números oficiais. abaixo estão estimativas calculadas a partir do que já se sabe — 346 apartamentos, 10.957 noites, 60% de ocupação média. servem pra fechar a arte agora e trocar por dado real depois. nenhum deles vai ao ar sem confirmação.

estimativa

≈ 3 milhões

hóspedes em 30 anos

346 apartamentos × 10.957 noites = 3,79 milhões de apartamento-noites. a 60% de ocupação média e 1,35 hóspede por apartamento, dá cerca de 3 milhões.

estimativa

≈ 2,3 milhões

camas arrumadas

as mesmas 2,27 milhões de apartamento-noites vendidas. uma cama arrumada por noite ocupada.

estimativa

≈ 3 milhões

cafés da manhã servidos

um por hóspede por noite. acompanha o número de hóspedes.

estimativa grosseira

≈ 15 mil

eventos

20 espaços, com média de dez eventos por semana ao longo de 30 anos. os primeiros anos puxam a média pra baixo, os últimos pra cima.

pedir o real

≈ 1.200

casamentos

cerca de 40 por ano, em três décadas. este é o número que o hotel mais provavelmente tem registrado de verdade.

estimativa grosseira

≈ 400

times de futebol

o Mineirão fica a minutos daqui. entre 10 e 15 concentrações por ano, em 30 anos.

as três primeiras contas são sólidas. hóspedes, camas e cafés saem de 346 apartamentos e 10.957 noites, e só dependem da taxa de ocupação média — se o hotel disser a ocupação real dos 30 anos, elas ficam precisas em cinco minutos. eventos, casamentos e times são chute educado e precisam vir do hotel. o item acervo-08 do checklist é exatamente isso.

0 de 31 publicados

o mês inteiro

cada cor é um movimento da campanha. clique num dia pra ir direto pro conteúdo dele.

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31
a casa · 15/09–21/09
quem faz · 22/09–29/09
quem passou · 30/09–07/10
a noite que vem · 08/10–15/10
21 reels9 carrosséis1 estático
formato
reelcarrosselestático
produção
gravaracervoartedepoimento

a casa

15 a 21 de setembro · 7 noites

única história

de onde veio. estabelece a autoridade histórica antes de qualquer outra coisa.

01

15.09

terça

o manifesto

imagem

Érica em vídeo, texto completo. fachada com os 25 andares atrás ou lobby em operação. acervo antigo até 'a cidade acabou crescendo pra cá', casa de hoje daí em diante.

referência

a preencher

legenda

Hoje o Ouro Minas começa a contar uma história que já dura 10.957 noites. Trinta anos é um jeito preguiçoso de medir um hotel. A gente prefere contar em noites — porque noite é o que a gente vende, e é o que as pessoas levam embora. De 15 de setembro a 15 de outubro, vamos recuperar uma noite por dia. A do casamento no salão. A da turma que se formou. A de quem só queria dormir bem depois de um dia difícil. Érica Drumond abre a série contando como o pai dela escolheu uma avenida que, em 1996, ainda não era nada. Fica com a gente. São 31 noites até lá.

abre sozinho. nada mais concorre com ele neste dia.

▸roteiro de gravação
1min40 a 2min · corte de 40s para storiesfala
cenário

lobby em operação no fim da tarde, com movimento real de hóspedes atrás dela. alternativa: calçada em frente à fachada, com os 25 andares subindo no enquadramento. nunca sala de reunião, nunca fundo neutro — o prédio é personagem.

trilha

entra só depois de 'a cidade acabou crescendo pra cá'. piano seco, sem percussão, volume baixo o suficiente pra não competir com a voz. os primeiros 40 segundos ganham em ser quase sem música.

direção

conversa, não discurso. a Érica está falando com uma pessoa, não com uma plateia. os números ela precisa dizer de cor, não ler. se gaguejar numa frase e a emoção estiver certa, fica. teleprompter fora do quadro, nunca no eixo do olhar. gravar duas tomadas inteiras e escolher, em vez de montar frase a frase.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:15fachada de baixo pra cima, os 25 andares entrando no quadro. corte pra Érica em plano médioMeu pai abriu este hotel num 15 de outubro, em 1996.
0:15–0:35acervo: Cristiano Machado em 1996. corte duro pra mesma avenida hojeA Cristiano Machado era outra coisa naquela época. Teve gente que achou que ele tinha escolhido errado o lugar, e a cidade acabou crescendo pra cá.
0:35–0:55Érica em plano mais fechado. o número aparece grande na telaDe lá pra cá foram dez mil, novecentas e cinquenta e sete noites. Eu fui contar, é esse o número.
0:55–1:10corredor, cama sendo arrumada, café sendo servido — cortes rápidosHotel não se mede em ano, se mede em noite, porque noite é o que a gente vende e é o que as pessoas levam embora.
1:10–1:30salão montado pra casamento, formatura, sala de reunião. depois um quarto vazio e silenciosoNenhuma delas foi igual à outra. Em algumas aconteceu coisa grande. Na maioria foi só uma pessoa cansada querendo dormir bem, o que também não é pouca coisa.
1:30–1:45cozinha de madrugada, recepção à noite, equipe trabalhandoO que todas têm em comum é que sempre teve alguém acordado por elas.
1:45–2:00Érica parada, plano fixo, sem corte. deixar o silêncio depois da fraseEu saí daqui e voltei. Trabalhei fora, quis fazer outra coisa, e voltei. Hotel bom tem em muito lugar. Deste aqui só tem um.
texto na tela
15 de outubro de 199610.957 noitesOuro Minas. Único desde 1996.
reelgravaracervo
02

16.09

quarta

10.957 noites

imagem

o número como protagonista gráfico. de onde ele vem, por que hotel se conta em noite e o que vai acontecer nos próximos 30 dias.

referência

a preencher

legenda

10.957. Esse é o número exato de noites entre 15 de outubro de 1996 e 15 de outubro de 2026. A gente foi contar. Deu isso. Em cada uma delas teve alguém arrumando uma cama, acendendo um forno, atendendo um telefone às três da manhã. E teve alguém dormindo — pela primeira vez, pela última, ou por mais uma. São cerca de 3 milhões de hóspedes. Mais de 15 mil eventos. Centenas de times que dormiram aqui antes de jogar. E uma cidade que cresceu em volta. Nos próximos 30 dias, contamos 30 dessas noites. Uma por dia, até 15 de outubro. Salva esse post pra acompanhar a contagem.

fixar no topo do perfil até 15/10.

▸texto dos slides · 10 slides
1
10.957

noites

nota de arte

o número ocupando quase a peça inteira. a palavra 'noites' bem pequena embaixo. sem mais nada.

2
esse é o número

de noites entre 15 de outubro de 1996 e 15 de outubro de 2026.

3
a gente foi contar

deu isso.

4
hotel não se mede em ano

se mede em noite. porque noite é o que a gente vende, e é o que as pessoas levam embora.

5
≈ 3 milhões

de hóspedes em trinta anos.

nota de arte

estimativa calculada, não número oficial. conferir com o hotel antes de publicar — item acervo-08 do checklist.

6
≈ 15 mil

eventos: casamentos, formaturas, congressos, convenções.

nota de arte

estimativa grosseira. este é o número mais frágil dos três — pedir o real.

7
≈ 400

times que dormiram aqui antes de jogar no Mineirão.

nota de arte

estimativa grosseira. se o hotel não tiver o registro, troque por 'centenas de times' e tire o número.

8
e uma cidade

que cresceu em volta da gente.

9
nos próximos 30 dias

a gente conta 30 dessas noites. uma por dia.

10
até 15 de outubro

salva esse post pra acompanhar a contagem.

nota de arte

slide de fechamento com a assinatura: único desde 1996. se os números reais chegarem antes de 16.09, refazer os slides 5, 6 e 7. se não chegarem, publicar com 'cerca de' e sem número exato nos dois últimos.

carrosselarte
03

17.09

quinta

15 de outubro de 1996

imagem

a noite um. foto da inauguração, quem estava lá. convite, cardápio ou recorte de jornal da época, se existirem.

referência

a preencher

legenda

A noite número um. 15 de outubro de 1996. [Descrever a abertura com o que o acervo mostrar: quem estava, o que serviram, como foi a primeira noite.] Naquela noite ninguém aqui imaginava que viriam mais 10.956. Se você esteve no Ouro Minas nos anos 90, conta pra gente nos comentários. A gente quer saber.

▸texto dos slides · 8 slides
1
a noite número um

15 de outubro de 1996.

nota de arte

capa sobre a foto da inauguração.

2
a primeira noite

[quem estava, como foi a abertura]

nota de arte

preencher com o que o acervo mostrar.

3
o que se serviu

[o cardápio da noite de abertura]

nota de arte

usar a foto do cardápio de época, se existir.

4
o convite

[reproduzir o convite original]

nota de arte

foto do documento, sem tratamento pesado. o desgaste do papel é parte do conteúdo.

5
o que os jornais disseram

[recorte da época]

nota de arte

se não houver recorte, este slide sai.

6
quem abriu as portas

[a equipe da inauguração]

7
naquela noite

ninguém aqui imaginava que viriam mais 10.956.

8
você esteve aqui nos anos 90?

conta pra gente nos comentários. a gente quer saber.

carrosselacervo
04

18.09

sexta

a avenida que ainda não era nada

imagem

antes e depois da Cristiano Machado, com o prédio subindo no meio. a foto de 1996 ao lado da de hoje.

referência

a preencher

legenda

Em 1996, a Cristiano Machado era outra coisa. Teve gente que disse que meu pai tinha escolhido errado o lugar. Que era longe, que ninguém ia até ali. Vinte e cinco andares depois, a cidade cresceu pra cá. A Cidade Administrativa veio catorze anos depois de nós. O shopping, também. O Ouro Minas não seguiu Belo Horizonte. Belo Horizonte é que veio atrás. Arrasta pro lado pra ver o antes e o depois.

o argumento silencioso de pioneirismo: o hotel não seguiu a cidade, a cidade veio atrás.

▸texto dos slides · 8 slides
1
em 1996

a Cristiano Machado era outra coisa.

nota de arte

capa sobre a foto antiga da avenida.

2
era assim

[a foto de 1996]

nota de arte

foto de acervo em página inteira, sem texto por cima.

3
hoje é assim

[a mesma vista, hoje]

nota de arte

mesmo enquadramento da anterior. o corte entre os dois slides é o conteúdo.

4
teve gente que disse

que ele tinha escolhido errado o lugar. que era longe, que ninguém ia até ali.

5
vinte e cinco andares

subindo numa avenida que ainda não era nada.

nota de arte

foto da obra.

6
a Cidade Administrativa

veio catorze anos depois de nós.

7
o shopping

também.

8
o Ouro Minas não seguiu Belo Horizonte

Belo Horizonte é que veio atrás.

carrosselacervo
05

19.09

sábado

José Décio

imagem

Érica conta quem foi o pai e por que ele construiu um hotel desse tamanho ali. retratos de arquivo dele em corte.

referência

a preencher

legenda

José Décio Drumond. Ele abriu este hotel em 15 de outubro de 1996 e passou a vida cuidando dele. [Acrescentar o que a Érica contar na gravação: de onde ele veio, por que hotelaria, por que ali.] Hoje quem senta na cadeira dele é a filha. E toda vez que alguém pergunta por que o hotel é do jeito que é, a resposta começa nele. Trinta anos depois, ainda é a casa que ele construiu.

a peça mais emocional do primeiro movimento.

▸roteiro de gravação
60 a 90 segundosfala
cenário

um lugar do hotel que tenha a ver com ele — a mesa dele, se ainda existir, ou o lobby que ele desenhou. luz natural, fim de tarde. Érica sentada, não em pé.

trilha

cordas suaves, entrada logo no começo e volume constante. é o conteúdo mais emocional do movimento e a trilha pode assumir isso — mas sem crescer no final, que vira novela.

direção

não é homenagem de placa, é filha falando do pai. deixe ela contar do jeito dela e corte depois. faça a pergunta e não interrompa. se ela se emocionar, não corte a câmera — pergunte depois se ela quer manter.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:10foto de arquivo de José Décio, plano fechado, movimento lento de câmerasilêncio, só trilha
0:10–0:35Érica falando, plano médioquem foi ele, de onde veio, por que hotelaria
0:35–0:55acervo: ele na obra, na inauguração, no hotel funcionandopor que ele escolheu aquela avenida
0:55–1:20Érica, plano mais fechadoo que ele ensinou sem falar. o que ela vê dele no hotel hoje
1:20–1:30lobby hoje, movimento normal. fecha na fachadaTrinta anos depois, ainda é a casa que ele construiu.
perguntas
  1. Quem era o seu pai, pra quem nunca ouviu falar dele?
  2. De onde ele veio? O que ele fazia antes do hotel?
  3. Por que hotelaria? Ele já trabalhava com isso ou foi uma virada?
  4. Por que ele escolheu a Cristiano Machado, num lugar que ninguém queria?
  5. Qual é a lembrança mais nítida que você tem dele dentro do hotel?
  6. O que ele te ensinou sem nunca ter falado em voz alta?
  7. Tem alguma decisão dele que você só entendeu muitos anos depois?
  8. O que dele ainda está de pé aqui hoje?
  9. O que você diria pra ele se ele entrasse por essa porta agora?
texto na tela
José Décio Drumond1996 — 2026
reelgravaracervo
06

20.09

domingo

por que Ouro Minas

imagem

Belo Horizonte foi erguida em 1897 pra substituir Ouro Preto como capital — construída pra deixar o ouro e as minas pra trás. 129 anos depois, o hotel devolveu as duas palavras à cidade e pôs na fachada.

referência

a preencher

legenda

Belo Horizonte foi inventada em 1897 pra ser a capital nova — longe de Ouro Preto, longe do ouro, longe das minas. Cento e vinte e nove anos depois, tem um prédio de vinte e cinco andares no meio dela chamado Ouro Minas. Não foi por acaso. O nome devolveu à cidade as duas palavras que ela tinha deixado pra trás. Aposta a gente que você nunca tinha reparado nisso. Comenta aí.

o melhor conteúdo de curiosidade da campanha inteira. ninguém em BH usa isso.

▸texto dos slides · 9 slides
1
por que este hotel se chama Ouro Minas

tem uma ironia de 129 anos nesse nome.

nota de arte

capa só com tipografia, sem foto. este carrossel é gráfico do começo ao fim.

2
Belo Horizonte foi inventada

ela não cresceu sozinha. alguém desenhou ela no papel antes de existir.

3
em 1897

pra ser a capital nova de Minas.

4
e pra deixar Ouro Preto pra trás

a capital velha, do ciclo que tinha acabado.

5
longe do ouro

longe das minas.

nota de arte

dois slides curtos em sequência, quase sem texto, criando ritmo.

6
cento e vinte e nove anos depois

a preencher

7
tem um prédio de vinte e cinco andares no meio dela

chamado Ouro Minas.

nota de arte

aqui entra a foto da fachada, a única do carrossel.

8
não foi por acaso

o nome devolveu à cidade as duas palavras que ela tinha deixado pra trás.

9
aposto que você nunca reparou nisso

comenta aí se você já sabia.

carrosselarte
07

21.09

segunda

quanto custava uma diária em 1996

imagem

choque nostálgico. o valor da época, o que dava pra comprar com ele, o que estava incluso.

referência

a preencher

legenda

Em 1996, uma diária no Ouro Minas custava [valor]. [Comparar com o que dava pra comprar com esse dinheiro na época: cinema, gasolina, um almoço.] E já vinha com [o que estava incluso]. Trinta anos, um retrofit e alguns milhões de reais depois, quase nada continua igual — menos a parte de querer que você durma bem. Quanto você achava que era? Chuta nos comentários.

formato leve, alto potencial de comentário.

▸roteiro de gravação
peça únicasem fala
cenário

arte gráfica sobre a foto de acervo do folheto ou tabela de preços de 1996. se não houver documento, reconstruir a tabela em arte, com nota de que o valor foi confirmado pelo hotel.

trilha

não se aplica

direção

a graça está no contraste. o número de 1996 em corpo grande e o resto pequeno. não corrija o valor pra moeda de hoje na arte — deixe isso pra legenda e pros comentários, que é onde a discussão acontece.

decupagem
tempoimagemáudio
peça únicao valor de 1996 em corpo gigante, ocupando metade da peça. embaixo, em corpo pequeno: o que estava inclusonão se aplica
texto na tela
1996[valor] a diáriaquanto você achava que era?
estáticoacervo

quem faz

22 a 29 de setembro · 8 noites

único jeito de receber

tira o holofote da direção e põe em quem sustenta as noites. o hóspede do Ouro Minas já cita funcionário pelo nome nas avaliações, sem ninguém pedir.

08

22.09

terça

o drink dos 30 anos

imagem

Henrique e Érica atrás do balcão do José Café, no fim da tarde, preparando juntos o drink criado para os 30 anos. mãe e filho dividindo a mesma bancada.

referência

a preencher

legenda

Tem um drink novo aqui, e ele só existe por causa de uma data. Trinta anos de casa pediam alguma coisa que não dá pra tomar em outro lugar. Quem fez foi essa dupla — que também divide o sobrenome e o mesmo balcão. Sobe no 25º andar e pede. A gente conta o resto pessoalmente.

post já publicado — a legenda e o roteiro abaixo são uma reconstrução e precisam ser substituídos pelo texto que realmente foi ao ar.

▸roteiro de gravação
45sação
cenário

balcão do José Café & Bar, fim de tarde, cidade desfocada ao fundo. os dois em pé, lado a lado.

trilha

algo leve e com groove, sem letra. o som do gelo e da coqueteleira fica por cima da trilha.

direção

não é tutorial e não é entrevista: é os dois fazendo junto e se provocando enquanto fazem. câmera fixa no balcão em plano médio, mais uma câmera na mão pegando detalhe e reação. deixar rodando entre as etapas — a melhor coisa aqui é a relação dos dois, não a receita.

decupagem
tempoimagemáudio
0–5sclose do gelo caindo no copo, as duas mãos entrando em quadro ao mesmo tempoesse drink não existia até esse ano.
5–25sos dois montando, com corte a cada ingredienteeles falam por cima, sem roteiro, explicando o que estão colocando
25–38so copo pronto, giro lento, cidade ao fundoa única regra era: tinha que ter cara de Minas.
38–45sos dois brindando e rindoe só tem aqui.
reelgravar
09

23.09

quarta

a cozinha acende de madrugada

imagem

bastidor da confeitaria antes de o hotel acordar. sem narração, só o som da cozinha. fecha no primeiro café servido.

referência

a preencher

legenda

Enquanto o hotel dorme, a cozinha acende. [Horário] da manhã. Ninguém no corredor, ninguém no lobby. Mas o forno já está quente, a massa já está descansando, e o pão que vai pro seu café da manhã já começou. São 10.957 noites de gente acordada pra que ninguém precise acordar. Sobe o som.

▸roteiro de gravação
45 a 60 segundossem fala
cenário

cozinha e confeitaria no horário real de início da produção — confirmar com o hotel qual é. hotel escuro e vazio no começo, cozinha acesa no meio, primeiro café servido no fim.

trilha

nenhuma até a metade. o som real manda: o clique do interruptor, o forno, a batedeira, a faca na bancada. na segunda metade entra uma base instrumental crescente, e o volume do som ambiente diminui.

direção

sem narração e sem ninguém falando com a câmera. é filme, não reportagem. comece pelo escuro: corredor vazio, lobby vazio, cozinha apagada. o primeiro movimento do vídeo tem que ser uma luz acendendo. planos fechados nas mãos e nos ingredientes valem mais que planos abertos da cozinha.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:08corredor escuro, lobby vazio, relógio marcando a horasilêncio quase total, só o zumbido do prédio
0:08–0:15mão aciona o interruptor. a cozinha acendeo clique, alto e sozinho
0:15–0:30forno abrindo, massa sendo aberta, farinha caindo, batedeira girandosom real da cozinha, sem música
0:30–0:45os pães entrando e saindo do forno. vapor. bandejas montadastrilha entra baixa e vai subindo
0:45–0:55o buffet sendo montado, ainda sem ninguémtrilha assume
0:55–1:00o primeiro hóspede se serve. corte pra pretocorta a trilha de uma vez
texto na tela
[horário] da manhão hotel ainda dorme10.957 madrugadas
reelgravar
10

24.09

quinta

o desafio da camareira

imagem

arrumar um quarto no menor tempo, com cronômetro na tela.

referência

a preencher

legenda

Quanto tempo você acha que leva pra arrumar um quarto? A gente cronometrou. [Nome], da governança, aceitou o desafio: cama, banheiro, enxoval e acabamento, do zero. Chuta nos comentários antes de ver o resultado. Ninguém acerta.

o conteúdo mais leve do movimento e o que mais tende a alcançar fora da base.

▸roteiro de gravação
45 a 60 segundosação
cenário

um apartamento de categoria padrão, desmontado do zero: cama desfeita, toalhas usadas, lixeira cheia. luz do quarto acesa e cortina aberta.

trilha

batida rápida e divertida, do tipo que acelera. o corte precisa acompanhar a batida. som ambiente entra em pontos específicos (o lençol estalando, a toalha caindo).

direção

cronômetro na tela do começo ao fim, sem cortar — é a graça toda. uma câmera fixa no quadro geral e uma na mão pra pegar detalhes. NÃO ensaie o quarto antes; a bagunça precisa ser real. peça pra ela explicar em uma frase o truque que ninguém sabe — isso é o que faz salvar.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:05o quarto desmontado, panorâmica lentaela pergunta: 'quanto tempo você acha que leva?'
0:05–0:08ela entra no quadro, cronômetro zera e começabatida entra
0:08–0:35sequência acelerada: lençol, fronha, banheiro, toalhas, acabamentosom ambiente pontuando, sem fala
0:35–0:45ela dá o toque final e para o cronômetrobatida corta
0:45–0:55ela olhando pra câmera, o quarto pronto atráso tempo final e o truque que ninguém sabe
perguntas
  1. Quanto tempo você leva pra arrumar um quarto, de verdade?
  2. Qual é a parte mais difícil?
  3. Tem algum truque que só quem é da governança sabe?
  4. Quantos quartos você arruma por dia?
  5. O que os hóspedes mais deixam bagunçado?
texto na tela
quanto tempo leva pra arrumar um quarto?cronômetro rodando[tempo final]
reelgravar
11

25.09

sexta

carta aberta no aniversário da Érica

imagem

a casa falando com quem dirige ela. imagens da Érica trabalhando, gravadas ao longo da campanha, com o texto da carta na tela.

referência

a preencher

legenda

Hoje é aniversário de quem dirige essa casa. A Érica cresceu aqui dentro, saiu, foi construir outra coisa e voltou. Quem trabalha com ela sabe que não tem um dia em que ela não esteja olhando pra algum detalhe que ninguém mais reparou. Feliz aniversário, Érica. A casa é sua, mas hoje ela é só pra você.

post já publicado — a legenda e o roteiro abaixo são uma reconstrução e precisam ser substituídos pelo texto que realmente foi ao ar. atenção: é o único post da campanha em que a casa fala na primeira pessoa sobre alguém da família; confirmar com a Érica se ela aprovou o tom antes de arquivar como referência.

▸roteiro de gravação
40ssem fala
cenário

sem gravação nova: monta-se com imagens dela já captadas durante a campanha — no lobby, no salão, na cozinha, conversando com a equipe.

trilha

piano solo, baixo, sem crescer demais. é uma homenagem, não um trailer.

direção

o texto da carta entra na tela, linha por linha, no ritmo da leitura. nenhuma voz. cortes longos, sem pressa — o oposto do ritmo do resto da campanha, de propósito. último quadro: ela de costas atravessando o saguão.

decupagem
tempoimagemáudio
0–8sela entrando no saguão, plano aberto, de longetexto na tela: hoje é aniversário de quem dirige essa casa.
8–25splanos dela trabalhando: conversando com a equipe, olhando o salão, na cozinhatexto na tela, linha por linha: ela cresceu aqui dentro. saiu. voltou.
25–35sclose nas mãos dela, num detalhe qualquer da operaçãotexto na tela: e não tem um dia em que ela não veja o que ninguém mais viu.
35–40sela de costas, atravessando o saguãotexto na tela: feliz aniversário, Érica.
reelacervo
12

26.09

sábado

o prato que só existe aqui

imagem

o Filé Ouro Minas do começo ao fim: queijo da Canastra, arroz de ora-pro-nóbis com baru, molho de compota de jabuticaba. plano fechado, cozinha real.

referência

a preencher

legenda

Tem um prato que só existe aqui. O Filé Ouro Minas: queijo da Serra da Canastra, arroz de ora-pro-nóbis com baru e molho de compota de jabuticaba. Ele não nasceu assim. [Contar as versões anteriores e o que mudou ao longo dos anos.] Minas inteira num prato só — e ele não sai da carta desde então. Marca quem você traria pra provar.

único sabor · comida foi o conteúdo com mais interações do perfil em agosto. a aposta mais segura do mês.

▸roteiro de gravação
45 a 60 segundossem fala
cenário

cozinha do Quinto do Ouro em operação, com o chef executando o prato de verdade. bancada limpa, luz quente, fundo escuro pra o prato saltar.

trilha

algo com pegada mineira mas moderno — viola com base eletrônica, ou percussão leve. entra desde o começo e sobe no momento do prato montado.

direção

a Duda anotou: mostrar as transformações do prato ao longo dos anos. peça ao chef as versões anteriores e intercale (foto antiga → versão atual) em três momentos. plano fechadíssimo em cada ingrediente antes de ele entrar no prato — o queijo da Canastra, o baru, a jabuticaba. comida se filma de perto. nada de plano aberto de cozinha.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:08os ingredientes crus, um a um, em plano fechado sobre a bancadasom de faca e de fogo
0:08–0:15acervo: a primeira versão do prato, se existir fototrilha entra
0:15–0:30o filé indo pra chapa, o som do selo. o arroz de ora-pro-nóbis sendo finalizadosom real, alto
0:30–0:40a compota de jabuticaba caindo no prato em câmera lentatrilha sobe
0:40–0:50o prato sendo montado e girado na bancadatrilha no alto
0:50–1:00o prato chegando na mesa, alguém cortando o primeiro pedaçosom do talher, trilha baixando
texto na tela
queijo da Serra da Canastraarroz de ora-pro-nóbis com barucompota de jabuticabaFilé Ouro Minas · desde [ano]
reelgravar
13

27.09

domingo

quem entrou nos anos 90 e nunca mais saiu

imagem

a pessoa mais antiga da casa conta o primeiro dia dela e o que mudou. depoimento direto, no posto de trabalho dela.

referência

a preencher

legenda

Tem gente aqui que entrou nos anos 90 e nunca mais saiu. [Nome] começou em [ano], quando o hotel tinha [tempo de casa]. Já viu [o que a pessoa contar: mudanças, hóspedes, histórias]. Um hotel não é o prédio. É quem está dentro dele há tempo suficiente pra saber onde fica cada coisa. Marca alguém que também trabalha há muito tempo no mesmo lugar. Isso merece ser dito em voz alta.

se houver alguém de 1996, é a peça mais forte do mês. depende de o hotel dizer quem é.

▸roteiro de gravação
60 a 90 segundosentrevista
cenário

no posto de trabalho da pessoa, com a operação acontecendo em volta — não numa sala isolada. se for da governança, no corredor com o carrinho. se for da cozinha, na cozinha. o ambiente conta metade da história.

trilha

nenhuma nos primeiros 20 segundos. depois entra algo morno e discreto, bem baixo. a voz da pessoa é o conteúdo.

direção

candidatos que o hotel indicou: Wellington, Chiquinho, Ivete, Sonia Franca e Mona. peça a data de admissão de cada um antes de escolher — quem tiver mais tempo de casa é quem grava. deixe a pessoa falar errado, rir, se perder. é isso que faz funcionar. NÃO peça pra ela elogiar o hotel; peça pra ela contar.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:08a pessoa trabalhando, sem olhar pra câmerasom ambiente do trabalho dela
0:08–0:20ela olha pra câmera e se apresentanome, função e há quanto tempo está na casa
0:20–0:50corta entre ela falando e detalhes das mãos dela trabalhandoo primeiro dia. o que ela achou do hotel quando chegou
0:50–1:15acervo, se existir foto dela dos anos 90. senão, o hotel hojeo que mudou nesses anos
1:15–1:30plano fixo nela, sorrindo ou séria, do jeito que sairpor que ela ficou
perguntas
  1. Fala seu nome, o que você faz aqui e há quanto tempo.
  2. Como foi o seu primeiro dia? Você lembra?
  3. Como era o hotel quando você chegou?
  4. O que mais mudou de lá pra cá?
  5. Tem alguma coisa que continua exatamente igual?
  6. Qual foi o hóspede mais marcante que você já atendeu?
  7. Tem alguma história que você conta até hoje pra família?
  8. Você já pensou em sair? O que fez você ficar?
  9. O que você sente quando passa na frente do prédio no fim de semana?
  10. O que você diria pra alguém que está entrando aqui hoje?
texto na tela
[nome] · [função]na casa desde [ano]
reeldepoimento
14

28.09

segunda

quem dormiu aqui depois do show

imagem

Paul McCartney, Ney Matogrosso, Zeca Pagodinho. a noite depois do palco — o que se pede na cozinha às duas da manhã, o andar que se fecha.

referência

a preencher

legenda

Depois que o show acaba, alguém precisa dormir. Belo Horizonte recebeu grandes nomes da música nessas três décadas — e várias dessas noites terminaram aqui. [Contar a rotina real: o andar que se fecha, a cozinha que fica de pé até tarde, o pedido das duas da manhã.] Show de verdade é o que acontece depois que as luzes apagam.

▸texto dos slides · 8 slides
1
depois que o show acaba

alguém precisa dormir.

nota de arte

capa só com tipografia, sobre foto de corredor à noite.

2
Belo Horizonte recebeu grandes nomes da música

em três décadas. e várias dessas noites terminaram aqui.

3
o andar se fecha

sem circulação, sem arrumação, sem barulho.

4
a cozinha fica de pé

porque quem sai de um palco à meia-noite janta à uma da manhã.

5
o pedido das duas da manhã

[o que costuma ser pedido — confirmar com a equipe]

6
o silêncio combinado

a equipe do turno da noite trabalha em outro ritmo.

7
no dia seguinte

o ônibus sai cedo e o andar volta a ser um andar.

8
show de verdade

é o que acontece depois que as luzes apagam.

carrosselacervo
15

29.09

terça

sem publicação neste dia

o conteúdo originalmente previsto para este dia (o prato que só existe aqui) foi publicado em 26.09. o dia ficou sem post de feed.

quem passou

30 de setembro a 7 de outubro · 8 noites

única, como cada noite aqui

os nomes conhecidos entram misturados com o hóspede comum, de propósito. o famoso abre o alcance, o casal que volta todo aniversário sustenta a emoção.

16

30.09

quarta

quem levantou esse prédio

imagem

Pedro, responsável pela obra, de volta ao hotel que ele ajudou a construir. ele andando pelos espaços que conhece de planta, com fotos da construção na mão.

referência

a preencher

legenda

Tem uma decisão de 1989 que explica esse hotel inteiro: vãos livres de 17 metros. É o que permite um salão para duas mil pessoas sem nenhuma coluna no meio. Foi desenhado sete anos antes de a casa abrir — e é por isso que ela virou o endereço de evento da cidade. Hoje o Pedro, que respondeu pela obra, voltou pra andar por ela.

o depoimento mais técnico da campanha, e por isso o mais fácil de errar: o valor está no que só ele sabe, não em elogio ao hotel. cortar qualquer trecho em que ele estiver vendendo a casa.

▸roteiro de gravação
1minentrevista
cenário

começa no salão vazio, o maior da casa, com ele parado no meio do vão. depois circula: corredor de serviço, subsolo, e termina na fachada, do outro lado da rua. fotos da construção impressas na mão dele.

trilha

nenhuma trilha nos primeiros 20 segundos — só o som do salão vazio. entra baixa depois, instrumental, e some no final.

direção

ele não é porta-voz do hotel, é quem construiu. as perguntas devem puxar memória técnica e memória pessoal, nunca opinião sobre o serviço. deixar ele apontar e mostrar com a mão — quem construiu sempre aponta. corte de acervo da obra entra por cima da fala, nunca no lugar dela.

decupagem
tempoimagemáudio
0–10sele parado no meio do salão vazio, plano aberto, silênciopergunta 1 em texto na tela. resposta esperada: o que existia no terreno antes da obra.
10–30sfoto da construção na mão dele, depois corte de acervo da obra em tela cheiapergunta 2. a parte técnica e o que deu trabalho.
30–48sele apontando o vão do salão, câmera acompanhando o gestopergunta 3. os 17 metros e por que isso mudou o que a casa pôde virar.
48–60sele do lado de fora, olhando o prédio inteiro de baixopergunta 5. o que ele sente ao voltar. termina sem trilha.
perguntas
  1. quando você viu esse terreno pela primeira vez, o que tinha aqui?
  2. o que foi mais difícil de levantar nesse prédio?
  3. esses vãos de 17 metros — por que essa decisão?
  4. tem alguma coisa aqui que só você sabe que existe?
  5. o que você sente quando entra hoje?
texto na tela
1989o projeto1996a casa abertaquem levantou isso ainda passa por aqui
reeldepoimentoacervo
16b

30.09

quarta

a noite do chefe de Estado

imagem

o protocolo de uma visita de Estado, contado por dentro: andar fechado, cozinha adaptada, equipe reduzida. o carrossel é sobre o que a casa faz, não sobre quem dormiu nela.

referência

a preencher

legenda

Já recebemos chefe de Estado. Quando isso acontece, o hotel inteiro muda de rotina: um andar é fechado, a cozinha trabalha com cardápio aprovado semanas antes, os elevadores são bloqueados e a equipe do andar é escolhida uma a uma. O hóspede quase não percebe nada disso. É esse o ponto. Trinta anos dão pra muita coisa.

ATENÇÃO — o único chefe de Estado com registro público de imprensa hospedado aqui é Fidel Castro, em 1999, durante o congresso da UNE em Belo Horizonte (O Tempo e Estado de Minas). A visita do Imperador do Japão é citada pela casa mas não foi localizada em nenhuma fonte pública: só pode ir ao ar com documento do arquivo do hotel. Patrimônio narrado, nunca endosso à marca. Nenhuma imagem de pessoa pública no carrossel.

▸texto dos slides · 8 slides
1
já recebemos chefe de Estado

e isso muda tudo dentro de um hotel.

nota de arte

capa só com tipografia. não use imagem de pessoa pública. patrimônio narrado, nunca endosso à marca: o carrossel conta o que o hotel precisou fazer, não o que o hóspede achou. leitura jurídica antes de publicar.

2
1999

Fidel Castro veio a Belo Horizonte falar num congresso e ficou hospedado aqui. teve um apagão naquela noite, e depois disso a casa passou a ter geração própria.

nota de arte

único caso com registro público de imprensa. se o arquivo do hotel tiver documento de outra visita de Estado, esse slide pode ser trocado — mas só com documento na mão.

3
o andar inteiro fecha

nenhum outro hóspede circula, nenhuma camareira entra sem autorização.

4
a cozinha muda

provador, cardápio aprovado com antecedência, ninguém entra sem crachá.

5
a segurança assume o prédio

elevadores bloqueados, rotas definidas, equipe reduzida ao mínimo.

6
a equipe é escolhida a dedo

e assina termo antes de entrar no andar.

7
e depois

a assinatura vai pro Livro de Ouro, e o hotel volta ao normal no dia seguinte.

8
trinta anos dão pra muita coisa

esta é uma delas.

carrosselacervo
17

01.10

quinta

os uniformes de 30 anos

imagem

o uniforme de 1996 ao lado do de hoje, nas mesmas funções. se a equipe atual vestir os antigos, vira reel.

referência

a preencher

legenda

O uniforme de 1996 e o de hoje, lado a lado. [Descrever as mudanças: tecido, cor, corte, o que sumiu e o que ficou.] Mudou quase tudo em trinta anos. O jeito de receber é a parte que a gente fez questão de não mexer. Qual dos dois você levaria? Comenta.

▸texto dos slides · 8 slides
1
o uniforme de 1996 e o de hoje

lado a lado.

nota de arte

capa dividida ao meio: metade época, metade hoje.

2
recepção

[o antes e o depois]

nota de arte

mesma pessoa, mesma pose, dois uniformes — se a equipe atual puder vestir os antigos.

3
governança

[o antes e o depois]

4
cozinha

[o antes e o depois]

5
mensageiro

[o antes e o depois]

nota de arte

confirmar se essa função existia com esse nome em 1996.

6
o que mudou

o tecido, o corte, a cor. o conforto de quem passa oito horas dentro dele.

7
o que não mudou

o jeito de receber é a parte que a gente fez questão de não mexer.

8
qual dos dois você levaria?

comenta aí.

carrosselacervo
18

02.10

sexta

o Livro de Ouro

imagem

abre o livro físico, folheia, mostra as assinaturas. termina convidando a audiência a assinar a versão digital.

referência

a preencher

legenda

Este é o Livro de Ouro do Ouro Minas. Ele guarda a assinatura de quem passou por aqui em trinta anos. Chefe de Estado, cantor, time inteiro na véspera do jogo. E também gente que ninguém conhece e que viveu aqui a noite mais importante da vida. Agora a gente quer a sua. Manda pra gente a sua noite no Ouro Minas — o casamento, a formatura, a primeira viagem, a foto antiga. Vai tudo pro Livro de Ouro digital, e as histórias vão aparecer aqui até 15 de outubro. Manda no direct ou na caixinha dos stories.

transforma a audiência de espectadora em participante e alimenta as histórias que o hotel ainda não levantou.

▸roteiro de gravação
60 a 75 segundosfala
cenário

mesa de madeira num canto silencioso do hotel, luz lateral e fundo escuro. o livro fechado no começo do quadro. se o livro for frágil, luvas — e isso até ajuda, porque mostra que é documento.

trilha

piano sozinho, entrada no primeiro quadro, volume baixo. sem crescer. o convite do final precisa ser ouvido com clareza.

direção

não pare a câmera em nome de famoso. o valor do vídeo é o livro como objeto e o convite no fim. mostre assinaturas passando, sem legendar quem é quem — quem reconhecer, reconhece. o convite tem que ser dito devagar e uma vez só, olhando pra câmera. voz da Érica em off no miolo, e ela aparece no fim.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:10o livro fechado. mãos abrindo devagar. plano zenitalsom do couro e do papel, sem música ainda
0:10–0:30páginas passando, assinaturas em plano fechado, foco rasovoz da Érica em off: o que é este livro e desde quando existe
0:30–0:45uma assinatura comum, de alguém que ninguém conhece, em closeoff: 'e também gente que ninguém conhece, e que viveu aqui a noite mais importante da vida'
0:45–1:00Érica entra no quadro, sentada à mesa com o livroo convite: manda a sua noite pra gente
1:00–1:15o livro sendo fechado. corta pra placa com a instruçãotrilha sozinha
perguntas
  1. O que é o Livro de Ouro e desde quando ele existe?
  2. Quem foi a primeira pessoa a assinar?
  3. Qual assinatura te emociona mais, e não é a mais famosa?
  4. Alguém já pediu pra ver o livro?
  5. Se você pudesse pedir pra uma pessoa assinar hoje, quem seria?
texto na tela
Livro de Ourodesde 1996manda a sua noite no direct
reelgravar
19

03.10

sábado

a noite antes do jogo

imagem

os times que se concentraram no hotel. rotina de concentração, horário de janta, o Mineirão a minutos dali.

referência

a preencher

legenda

Antes do jogo, o time dorme aqui. O Mineirão fica a minutos do Ouro Minas, e isso fez desta casa ponto de concentração por três décadas. [Contar a rotina: horário da janta, o cardápio, o silêncio combinado nos corredores, o ônibus saindo.] Torcida de qual time? Diz aí nos comentários.

apelo local altíssimo em BH.

▸roteiro de gravação
45 a 60 segundossem fala
cenário

duas possibilidades. A ideal: um time real em concentração durante a campanha — a Duda anotou que isso precisa ser alinhado com muita antecedência, e é o item mais frágil do cronograma. A alternativa: reconstituição com o que o hotel faz de verdade — a mesa de concentração montada, o cardápio específico, o andar reservado, o corredor em silêncio.

trilha

percussão seca, ritmo de véspera. sem melodia. corta no último quadro.

direção

se não fechar time real até 20.09, mude o plano e avise: dá pra fazer com acervo mais reconstituição, mas precisa ser decidido, não improvisado no dia. NUNCA use escudo, camisa ou marca de clube sem autorização — mostre o hotel se preparando, não o time.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:10o Mineirão ao longe, visto do hotel. corte pro relógioambiente da cidade
0:10–0:22a mesa de concentração sendo montada. o cardápio específicopercussão entra
0:22–0:35o corredor do andar reservado, placas de silêncio, portas fechadaspercussão continua, som ambiente abafado
0:35–0:48acervo, se existir: ônibus, chegada, o time no lobbypercussão sobe
0:48–0:55o ônibus saindo pela rampa. corte seco pra pretocorta tudo
texto na tela
a minutos do Mineirãotrês décadas de concentraçãosilêncio no andar
reelacervo
20

04.10

domingo

o casal que casou aqui e volta todo ano

imagem

depoimento no mesmo salão. se existir foto do casamento, entra em corte com a cena de hoje.

referência

a preencher

legenda

Roberta e Nelsinho casaram no Ouro Minas. E voltam todo ano. [Contar a história deles: quando foi, como foi, e por que voltam sempre.] Eventos são a maior parte do que a gente faz aqui. Mas o que fica não é o salão montado — é o casal que continua marcando a data no mesmo lugar, anos depois. Você casou aqui? Manda a foto pra gente.

único palco · eventos são 60% do faturamento e casamento é a porta de entrada mais emocional deles.

▸roteiro de gravação
75 a 90 segundosentrevista
cenário

o mesmo salão onde a Roberta e o Nelsinho casaram. de preferência montado, ou pelo menos com a luz do evento acesa. os dois juntos no quadro, sentados, próximos.

trilha

nada nos primeiros 15 segundos. depois algo morno, sem ser piegas — evite trilha de casamento.

direção

grave os dois juntos, nunca separados. faça a pergunta e deixe eles se interromperem — casal que está junto há anos se corrige e ri, e é isso que emociona. se existir foto ou vídeo do casamento, faça o corte entre a foto de então e o rosto de hoje no mesmo enquadramento.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:12acervo: foto do casamento deles no salãosilêncio
0:12–0:30os dois hoje, no mesmo salão, mesmo ângulo da fotoquando foi, como foi
0:30–0:55corta entre eles falando e detalhes do salãopor que escolheram aqui
0:55–1:15os dois olhando um pro outro, plano mais fechadopor que voltam todo ano
1:15–1:30salão vazio, luz baixandotrilha sozinha
perguntas
  1. Falem seus nomes e quando vocês casaram aqui.
  2. Por que vocês escolheram o Ouro Minas?
  3. Como foi o dia? O que vocês lembram primeiro?
  4. Teve alguma coisa que deu errado e hoje vocês riem?
  5. Quem do hotel vocês lembram pelo nome?
  6. Quando foi que vocês decidiram voltar todo ano?
  7. O que vocês fazem quando voltam? É sempre igual?
  8. O que muda em olhar pra esse salão hoje?
  9. O que vocês diriam pra um casal que está escolhendo onde casar agora?
texto na tela
Roberta e Nelsinhocasaram aqui em [ano]e voltam todo ano desde então
reeldepoimento
21

05.10

segunda

a formatura de 1999, contada por duas amigas

imagem

duas amigas sentadas lado a lado, com café na mão e a foto da formatura de 1999 impressa em cima da mesa. a foto antiga entra em quadro nos primeiros segundos e volta no meio.

referência

a preencher

legenda

1999. Elas se formaram no mesmo dia, no mesmo salão — e trouxeram a foto de volta pra gente ver. [nome] e [nome] atravessaram aquela porta achando que estavam conquistando o mundo. Quase trinta anos depois, sentaram aqui de novo pra contar como foi. Formatura tem essa coisa: é a última vez que a turma inteira está no mesmo lugar ao mesmo tempo. Marca alguém da sua turma. Vale ver quem ainda lembra.

1min15 é longo para feed: gravar pensando em dois cortes — o de 1min15 para o reel e um de 45s para stories, que termina no bloco do presente. altíssimo compartilhamento: cada uma marca a turma inteira.

▸roteiro de gravação
1min15 · com corte de 45s para storiesentrevista
cenário

sofá ou duas poltronas confortáveis, as duas sentadas lado a lado, com xícaras de café na mão. a foto impressa da formatura de 1999 em cima da mesa, ao alcance delas. luz quente, ambiente do hotel reconhecível mas desfocado ao fundo. de apoio: o salão de festas atual, vazio, para os cortes de B-roll.

trilha

piano e cordas, suave, entrando baixo no bloco de abertura e crescendo devagar até o abraço final. cortar seco na assinatura.

direção

não entregar frase pronta para elas decorarem. o entrevistador faz a pergunta fora de quadro e elas respondem com as próprias palavras — as falas listadas abaixo são referência do que se espera ouvir, não texto a ser lido. deixar a câmera rodando entre as perguntas: o melhor take quase sempre está na reação de uma enquanto a outra fala. duas câmeras, ou uma fixa em plano conjunto mais uma na mão fechando em cada rosto. a voz do entrevistador não entra no corte final — as perguntas viram texto na tela.

decupagem
tempoimagemáudio
0–8scorte rápido entre a foto de 1999 em tela cheia e as duas rindo, hoje, no hotel. carimbo '1999' na tela.pergunta 1 em texto na tela. resposta esperada: o reconhecimento imediato da noite — 'isso foi na nossa formatura, bem aqui'.
8–25splano conjunto das duas, cortando para detalhe das mãos segurando a foto. B-roll do salão atual.pergunta 2. resposta esperada: o que era se formar no Ouro Minas naquela época, a chegada, o salão, a sensação de entrada.
25–45sfechado em cada rosto, alternando. a outra reagindo em quadro sempre que possível.pergunta 3. é o bloco mais emocional: o detalhe pequeno — o abraço dos pais na porta, quem serviu, a pista de dança.
45–65sas duas olhando em volta, plano mais aberto, o hotel de hoje entrando em quadro.pergunta 4. a virada: o que mudou no prédio e o que não mudou na sensação.
65–75sas duas se abraçam ou brindam com as xícaras. corte final na foto de 1999 sobre a mesa.pergunta 5, ou silêncio com trilha. fecha com o texto na tela e a assinatura.
perguntas
  1. o ano era 1999. onde vocês estavam quando essa foto foi tirada?
  2. qual foi a sensação de entrar aqui pra festa da vida de vocês?
  3. se fechar os olhos agora, qual é o detalhe que vocês mais lembram daquela noite?
  4. e como é voltar aqui hoje, quase trinta anos depois?
  5. o que vocês diriam pras duas que estão nessa foto?
texto na tela
1999a formatura delas foi aqui27 anos depoiso tempo passa. as melhores memórias ficam.
reeldepoimentoacervo
22

06.10

terça

Barbearia Seu Elias

imagem

quem é o Seu Elias e por que a barbearia leva o nome dele. cadeira, navalha, cliente de sempre.

referência

a preencher

legenda

A barbearia do Ouro Minas tem nome de gente: Seu Elias. [Contar quem é o Seu Elias e por que a barbearia leva o nome dele.] Num hotel de 346 apartamentos, o que fica na memória de quem se hospeda quase sempre tem nome próprio. Já cortou o cabelo aqui? Conta como foi.

remanejado do movimento quem faz — o conteúdo é de equipe, o dia é de outro movimento. um nome próprio dentro de um hotel é personagem pronto. confirmar se ele é pessoa real em atividade.

▸roteiro de gravação
60 segundosentrevista
cenário

dentro da barbearia, com a cadeira, o espelho e as ferramentas no quadro. se possível, com um cliente sendo atendido de verdade durante a conversa.

trilha

algo com pegada de barbearia — instrumental morno, guitarra ou jazz leve. entra desde o começo, volume baixo.

direção

ATENÇÃO: o hotel ainda não confirmou se o Seu Elias é pessoa real em atividade ou se o nome é homenagem. se ele existir e topar, ele é o protagonista e este roteiro vale. se não, o dia 10 precisa ser substituído — não force um conteúdo sobre um personagem que não existe.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:10detalhes: navalha, tesoura, a cadeira girando, o letreiro com o nomesom da barbearia
0:10–0:25Seu Elias trabalhando, depois olhando pra câmeraquem ele é e há quanto tempo está ali
0:25–0:45cliente sendo atendido, conversa acontecendopor que a barbearia leva o nome dele
0:45–1:00plano aberto da barbearia, ele terminando o corteo que ele mais gosta de fazer ali
perguntas
  1. Fala seu nome e há quanto tempo você trabalha aqui.
  2. Como você veio parar dentro de um hotel?
  3. Por que a barbearia tem o seu nome?
  4. Qual foi o cliente mais inesquecível que sentou nessa cadeira?
  5. Tem cliente que vem há anos? Quem é o mais antigo?
  6. O que as pessoas te contam enquanto você corta o cabelo delas?
  7. O que mudou no jeito de cortar cabelo em trinta anos?
  8. Você já cortou o cabelo de alguém famoso aqui?
texto na tela
Barbearia Seu Elias25º andar do Ouro Minas — confirmar o andar
reeldepoimento
23

07.10

quarta

o que ficou no quarto

imagem

achados e perdidos de 30 anos. os objetos mais improváveis que hóspedes deixaram e nunca voltaram a buscar.

referência

a preencher

legenda

Em trinta anos, muita coisa ficou pra trás nos quartos. [Listar os achados mais improváveis do achados e perdidos — os objetos que ninguém nunca voltou a buscar.] Alguns têm dono até hoje. Outros a gente nem imagina como foram parar aqui. Já esqueceu algo num hotel? Confessa nos comentários.

leve, engraçado, muito comentável e barato de produzir.

▸roteiro de gravação
45 a 60 segundosação
cenário

a sala do achados e perdidos, com as prateleiras e as caixas no quadro. mesa neutra na frente pra apoiar os objetos um a um.

trilha

leve e curiosa, com pontuação cômica nos cortes. entra desde o começo.

direção

o formato é simples: alguém da equipe tira um objeto de cada vez e comenta em uma frase. quanto mais improvável o objeto, mais pro fim ele entra — guarde o melhor pro último quadro. NÃO mostre documento, foto pessoal, remédio ou qualquer coisa que identifique alguém. se um objeto for identificável, ele fica fora.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:08a porta da sala abrindo, as prateleiras cheiastrilha entra
0:08–0:40sequência: objeto sendo colocado na mesa, comentário de uma frase, corte. de cinco a sete objetosa pessoa comentando cada um
0:40–0:50o objeto mais improvável de todos, revelado devagarpausa antes do comentário
0:50–1:00plano aberto da sala, a porta fechandotrilha fecha
perguntas
  1. Qual é a coisa mais estranha que já ficou num quarto?
  2. O que as pessoas mais esquecem?
  3. Alguém já voltou anos depois pra buscar alguma coisa?
  4. Tem algo aqui que está há muito tempo e ninguém veio buscar?
  5. O que acontece com o que ninguém busca?
texto na tela
achados e perdidos30 anose ninguém voltou pra buscar
reelgravar

a noite que vem

8 a 15 de outubro · 8 noites

único desde 1996

vira do passado pro presente. a única parte do mês que trabalha diretamente os dois focos comerciais: lazer de fim de semana e eventos.

24

08.10

quinta

novo de novo

imagem

o retrofit. trinta milhões, 346 apartamentos refeitos, banheiro em mármore, lobby redesenhado. antes e depois lado a lado.

referência

a preencher

legenda

O Ouro Minas ficou novo de novo. Foram trinta milhões de reais, 346 apartamentos refeitos, banheiro em mármore, lobby redesenhado e um Wi-Fi que aguenta um congresso inteiro. Tradição que não vira museu precisa de obra. E a gente fez. Arrasta pro lado pro antes e depois.

a expressão é dos próprios documentos do hotel: tradição que não virou museu.

▸texto dos slides · 8 slides
1
o Ouro Minas ficou novo de novo

trinta milhões de reais depois.

nota de arte

capa dividida: metade antes, metade depois.

2
346 apartamentos

refeitos do zero.

3
o quarto

[antes e depois]

nota de arte

mesmo enquadramento nas duas fotos, sempre.

4
o banheiro

[antes e depois] · mármore no lugar do revestimento antigo.

5
o lobby

[antes e depois]

6
o que não se vê

wi-fi com antena a cada dois apartamentos. aguenta um congresso inteiro conectado.

7
por que fazer isso

tradição que não vira museu precisa de obra.

8
e a gente fez

arrasta pro lado de novo e compara.

carrosselacervogravar
25

09.10

sexta

único no continente

imagem

o que significa ser o único Dolce by Wyndham da América Latina — 22 unidades no mundo, uma no continente inteiro. mapa como recurso gráfico.

referência

a preencher

legenda

De todos os hotéis Dolce by Wyndham do mundo, só um fica na América Latina. É este. A bandeira Dolce é a linha da Wyndham feita para hotéis com estrutura completa de eventos e lazer. São [22] unidades no planeta — Estados Unidos, Europa, Ásia — e uma no nosso continente inteiro. Fica na Cristiano Machado, 4001. Belo Horizonte, Minas Gerais.

verificado no diretório oficial da Wyndham em 28.08.2026. reconfirmar antes de publicar.

▸texto dos slides · 8 slides
1
de todos os Dolce by Wyndham do mundo

só um fica na América Latina.

nota de arte

capa gráfica, sem foto.

2
é este

Cristiano Machado, 4001. Belo Horizonte.

nota de arte

foto da fachada.

3
o que é a bandeira Dolce

a linha da Wyndham para hotéis com estrutura completa de eventos e lazer.

4
[22] unidades no planeta

a preencher

nota de arte

número verificado no diretório oficial da Wyndham em 28.08.2026. RECONFIRMAR antes de publicar — está no checklist.

5
Estados Unidos

6 unidades.

nota de arte

mapa com os pontos acendendo por continente, um slide de cada vez.

6
Europa

14 unidades.

7
Ásia

1 unidade.

8
América Latina

uma. e ela fica em Belo Horizonte.

nota de arte

o ponto no mapa sozinho no continente inteiro. é o slide que fecha o argumento.

carrosselarte
26

10.10

sábado

a vista do 25º

imagem

o José Café & Bar no último andar, no fim da tarde. Belo Horizonte inteira embaixo. pouca fala, muito plano aberto.

referência

a preencher

legenda

O 25º andar tem a melhor hora do dia. O José Café & Bar fica no topo do prédio, e no fim da tarde a cidade inteira aparece embaixo da janela. Não precisa estar hospedado pra subir. Com quem você viria ver esse pôr do sol? Marca aqui.

única vista

▸roteiro de gravação
40 a 50 segundossem fala
cenário

José Café & Bar, no 25º andar, entre 40 e 20 minutos antes do pôr do sol. bar em operação, com gente, copos, movimento — não vazio.

trilha

algo espaçoso e calmo, com respiro. entra no primeiro quadro e vai até o fim, sem corte.

direção

pouca fala, muito plano aberto. o protagonista é a cidade, não o bar. comece por dentro e vá abrindo até a janela. filme o mesmo enquadramento em três momentos da luz, se der tempo, e monte a passagem. evite drone — a vista do 25º já é o ponto de vista, e o drone tira exatamente isso.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:08elevador subindo, o número dos andares passandosó ambiente
0:08–0:18as portas abrem, o bar aparece. copos, mãos, movimentotrilha entra
0:18–0:30câmera vai até a janela. a cidade aparece inteiratrilha sustenta
0:30–0:42o sol descendo atrás do horizonte de BH, timelapse curtotrilha no alto
0:42–0:50as luzes da cidade acendendo. plano fixotrilha baixando
texto na tela
25º andarJosé Café & Barnão precisa estar hospedado pra subir
reelgravar
27

11.10

domingo

o hóspede de sempre

imagem

o executivo que dorme ali há mais de uma década, sempre no mesmo andar. a recepção que já sabe o pedido dele.

referência

a preencher

legenda

Tem hóspede que não é hóspede. É de casa. [Nome] dorme aqui há mais de [X] anos. Sempre no mesmo andar. A recepção já sabe o pedido antes de ele falar. Quem viaja a trabalho sabe: o hotel bom não é o que te impressiona na primeira vez. É o que te reconhece na quadragésima. Você tem um hotel assim? Conta qual.

a sala de reunião foi o terceiro conteúdo com mais interações do perfil em agosto. corporativo engaja aqui.

▸roteiro de gravação
60 segundosentrevista
cenário

começa na recepção, com ele chegando de verdade e sendo reconhecido. depois no quarto dele — o mesmo andar de sempre, se for o caso.

trilha

discreta, corporativa sem ser fria. entra depois dos primeiros 10 segundos.

direção

o ouro deste vídeo é a recepção reconhecendo ele antes de ele falar. combine isso com a equipe e filme a chegada de verdade, sem ensaio visível. peça pro recepcionista dizer o pedido dele antes de ele pedir — se isso acontecer naturalmente na câmera, o vídeo está feito.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:12ele entrando pela porta, a recepção cumprimentando pelo nomesom ambiente, a conversa real
0:12–0:25ele no balcão, o recepcionista já sabendo o andar e o pedidoa conversa acontecendo
0:25–0:45ele falando, plano médio, no corredor ou no quartohá quanto tempo se hospeda aqui, quantas vezes por ano
0:45–1:00ele largando a mala, abrindo a cortina, a cidade lá forao que faz ele voltar
perguntas
  1. Fala seu nome e há quanto tempo você se hospeda aqui.
  2. Quantas noites por ano você passa no Ouro Minas?
  3. Você pede sempre o mesmo andar? Por quê?
  4. Tem alguém da equipe que já sabe o que você vai pedir?
  5. O que faz um hotel virar 'o seu hotel'?
  6. Qual foi a vez que o hotel te surpreendeu?
  7. Você já se hospedou em outro lugar em BH? O que mudou?
  8. O que você faz aqui que não faria em outro hotel?
texto na tela
[nome] · [cidade][X] anos de hóspedesempre no mesmo andar
reeldepoimento
28

12.10

segunda

os salões

imagem

vinte espaços, até duas mil pessoas. time lapse de um salão sendo montado do vazio até o evento pronto.

referência

a preencher

legenda

Vinte espaços. Até duas mil pessoas. Congresso, convenção, casamento, formatura. O Ouro Minas monta e desmonta um mundo inteiro por semana, e a maior parte disso acontece enquanto os hóspedes dormem. [Time lapse: o salão vazio virando evento pronto.] Vai fazer um evento em BH? Chama a gente no direct.

único palco · 60% do faturamento do hotel vem daqui. o conteúdo mais comercial do mês.

▸roteiro de gravação
40 a 50 segundossem fala
cenário

um salão real sendo montado pra um evento real — a data precisa ser confirmada com o hotel. câmera fixa no mesmo ponto do começo ao fim, de preferência do alto.

trilha

eletrônica com batida marcada, acompanhando a aceleração do timelapse. quebra no momento em que o evento fica pronto.

direção

um timelapse só, sem corte, é mais forte que dez planos bonitos. trave a câmera e não mexa. o vídeo termina no primeiro convidado entrando — não mostre o evento acontecendo, mostre o instante em que ele está pronto e ainda vazio. esse é o plano que vende salão.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:06o salão completamente vazio, luz de serviço acesasilêncio
0:06–0:30timelapse: mesas, cadeiras, som, luz, toalhas, centros de mesabatida entra e acelera
0:30–0:38a luz do evento acendendo de uma vez. o salão pronto e vazioa batida para
0:38–0:48as portas abrindo, os primeiros convidados entrandosom ambiente real
texto na tela
20 espaçosaté 2.000 pessoasvai fazer um evento em BH?
reelgravar
29

13.10

terça

a segunda geração

imagem

Érica, Henrique e Estela na casa hoje. quem cuida do hotel agora e quem vai cuidar depois.

referência

a preencher

legenda

Um hotel de família é isso: alguém cresce dentro dele. Érica assumiu a casa que o pai construiu. Henrique e Estela cresceram entre o lobby e a cozinha, e hoje estão aqui. Três gerações no mesmo endereço, em trinta anos. [O que os três contarem sobre isso.]

fecha o arco familiar aberto no dia 05. é o único dia em que os três perfis secundários publicam sobre o mesmo assunto — e o único em que isso é proposital.

▸roteiro de gravação
75 a 90 segundosentrevista
cenário

os três juntos, num lugar do hotel que tenha significado pra família — o lobby, a mesa de sempre, ou o apartamento onde eles ficavam quando crianças. sentados, próximos, sem hierarquia de posição.

trilha

familiar, sem melancolia. entra no meio.

direção

grave os três juntos e depois cada um sozinho por dois minutos. o material bom vai sair da conversa entre eles, não das respostas individuais. deixe eles discordarem e se corrigirem. este é o único dia em que os três perfis secundários publicam sobre o mesmo assunto — grave material suficiente pra render quatro peças diferentes.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:12acervo: foto antiga da família dentro do hotelsilêncio, depois vozes entrando
0:12–0:35os três juntos, plano abertoo que é crescer dentro de um hotel
0:35–0:55cada um sozinho, cortes alternadosa memória mais forte de infância aqui
0:55–1:15os três de novo, conversando entre sio que cada um faz aqui hoje
1:15–1:30os três andando pelo lobby, de costas. corte pra fachadatrilha sozinha
perguntas
  1. Pra Érica: como é passar pros seus filhos a casa que o seu pai construiu?
  2. Pro Henrique e pra Estela: qual é a primeira lembrança que vocês têm daqui?
  3. Onde vocês brincavam quando eram crianças?
  4. Teve algum lugar do hotel que dava medo?
  5. Quando vocês entenderam que esse hotel era da família?
  6. O que vocês faziam aqui que hóspede nenhum pode fazer?
  7. Érica, o que você quer que eles levem daqui, mesmo que não trabalhem no hotel?
  8. Henrique e Estela, o que vocês veem no hotel que a mãe de vocês não vê?
  9. Como vocês imaginam esse lugar daqui a trinta anos?
texto na tela
José Décio · Érica · Henrique e Estelatrês gerações, um endereço30 anos
reelgravar
30

14.10

quarta

noite 10.956

imagem

a véspera. o hotel funcionando como em qualquer outra noite — porque é isso que ele fez dez mil novecentas e cinquenta e seis vezes. curto, quase sem texto.

referência

a preencher

legenda

Noite 10.956. Amanhã o Ouro Minas completa trinta anos. Hoje é só mais uma noite — igual às 10.955 que vieram antes. A cozinha vai acender de madrugada. Alguém vai arrumar uma cama. Alguém vai dormir bem. É isso que a gente faz há trinta anos. Amanhã a gente comemora. Hoje a gente trabalha.

▸roteiro de gravação
25 a 35 segundossem fala
cenário

o hotel numa noite completamente normal, na véspera do aniversário. nada montado, nada decorado, nada de balão ou faixa. exatamente como qualquer outra noite.

trilha

quase nada. um som contínuo e baixo. ou silêncio total com som ambiente.

direção

é o vídeo mais curto e mais contido da campanha, e é de propósito. resista à vontade de antecipar a festa. quanto mais banal for a noite mostrada, mais forte fica o dia seguinte. sem texto na tela até o último quadro.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:08fachada à noite, janelas acesas, trânsito passandosom da rua
0:08–0:18recepção atendendo, elevador subindo, cama sendo arrumadasom ambiente
0:18–0:28corredor com as portas fechadas. a cozinha ainda acesa lá embaixosilêncio
0:28–0:35tela preta com o númeronada
texto na tela
noite 10.956amanhã faz 30 anoshoje é só mais uma
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31

15.10

quinta

noite 10.957

imagem

o aniversário. o manifesto volta em corte curto, fechado com as noites que a audiência mandou pelo Livro de Ouro ao longo do mês.

referência

a preencher

legenda

Noite 10.957. Hoje o Ouro Minas faz trinta anos. Não foi o prédio que fez essa história. Foi quem passou por ele — os hóspedes, a equipe, os casamentos, as formaturas, as reuniões que mudaram carreiras, e as noites comuns em que alguém só precisava dormir. Obrigado por cada uma das 10.957. Amanhã começa a 10.958. Ouro Minas. Único desde 1996.

termina com quem escreveu a história, não com quem a administra.

▸roteiro de gravação
60 a 90 segundosfala
cenário

montagem. o corte curto do manifesto da Érica costurado com as memórias que a audiência mandou pelo Livro de Ouro ao longo do mês.

trilha

a mesma trilha do dia 01, retomada — é o fechamento do arco. entra no primeiro quadro.

direção

este vídeo só pode ser finalizado no dia 14, porque depende do que chegar. reserve o dia inteiro pra montagem. a regra do fechamento: o vídeo NÃO termina na Érica nem no prédio, termina nas pessoas que mandaram memória. quem escreveu a história aparece por último. se chegarem fotos de casamento e formatura, elas são o fim.

decupagem
tempoimagemáudio
0:00–0:15corte curto do manifesto: 'foram dez mil, novecentas e cinquenta e sete noites'voz da Érica
0:15–0:40mosaico das memórias recebidas: fotos antigas, casamentos, formaturas, famíliastrilha assume, sem fala
0:40–0:55as fotos vão ficando mais recentes até chegar em hojetrilha sustenta
0:55–1:10Érica, curto: o agradecimento'obrigado por cada uma das 10.957'
1:10–1:25volta pro mosaico. última imagem é de um hóspede, não da famíliatrilha fecha
texto na tela
noite 10.95715 de outubro de 2026obrigado por cada uma delasamanhã começa a 10.958
reelarte